Nossa sociedade passa por
momentos difíceis na educação, pois há muitas pessoas com
dificuldades para aprender aquilo que a sociedade exige delas, o que
hoje se chama de fracasso escolar. Ao mesmo tempo em que esse
fracasso escolar cresce, há muitas instituições preocupadas em
ocupar o espaço de ócio de muitos trabalhadores a se dedicarem a
estudar em seus horários vagos, organizando-se uma aprendizagem
informal.
Existem muitas pessoas
aprendendo muitas coisas ao mesmo tempo, e podemos dizer que todos
estão preocupados com a sociedade de hoje, uma sociedade de
exigência social, uma suposta sociedade do conhecimento, pois não
se exige que mais pessoas aprendam cada vez mais coisas, mas, porém
que se aprenda de maneiras diferentes.
A informatização do
conhecimento tornou-se mais acessíveis todos os saberes e menos
seletivos a produção e o acesso ao conhecimento. Atualmente,
qualquer pessoa com prévio conhecimento em informática pode criar
sua página web, seu blog e compartilhar seus conhecimentos. Mas
antes de tudo devemos fazer uma leitura crítica de tudo que estamos
navegando para não se determos somente nas complexidades que hoje a
sociedade nos põe.
Segundo (Pozo e Postigo, 2000)
sabemos que a escola, em nossa sociedade não é a primeira fonte
de conhecimento para os alunos e muito menos a principal. Pois temos
o dever de formar os alunos a terem acesso e darem sentido à
informação, proporcionando-lhes capacidades de aprendizagem que
permitam assimilação crítica da informação. Porém, podemos
formar futuros cidadãos para que sejam aprendizes mais flexíveis,
eficazes e autônomos, que sejam capazes de enfrentar novas e
imprevisíveis demandas de aprendizagem.
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